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EDMUNDO BOJANOWSKI nasceu no dia 14 de novembro de 1814 em Grabonóg, perto de Gostyn. O seu pai Walenty e a sua mãe Teresa Uminska incutiram no filho o amor a Deus e a Pátria. Aos quatro anos, Edmundo adoeceu gravemente. Graças a fé e a oração de sua mãe, obteve uma cura milagrosa.

Ainda jovem participou da vida intelectual e literária da sua época.
Aos oito anos, foi para Wroclaw onde, após concluir a sua formação na escola secundária, iniciou estudos na Faculdade de Filosofia.
Em 1836 transferiu-se para a Universidade de Berlim, mas a saúde não lhe permitiu concluir os estudos.
Em 1838 regressou a Grabonóg. Esforçou-se então em conhecer os desígnios que Deus reservara para ele.
Em 1849, durante a epidemia de cólera que assolou a região da Gra-Polônia (Wielkopolska), Edmundo empregou as suas forças e dedicou o seu tempo ao atendimento aos doentes.
Na sua casa, em Grabonóg, preparava medicamentos para mais tarde levá-los aos mais desfavorecidos.
Em Gostyn fundou um Instituto que serviu de orfanato e hospital para os pobres.
Em 1850 por obra sua surgiu em Podrzecze, perto de Gostyn, o primeiro amparo rural para crianças e redigiu para elas um programa educacional. Confiou os cuidados e a educação das crianças a moças que ele próprio preparou para trabalhar com os mais jovens.
Esta idéia se tornou o embrião da Congregação das Irmãs Servas da Santíssima Virgem Maria.
Desde então, as servas tem mantido vivo o carisma transmitido pelo seu Fundador.
No final da sua vida, quis concretizar a sua antiga aspiração ao sacerdócio.
Em 1869, ingressou no Seminário Espiritual de Gniezno. Porém, o agravamento do estado de sua saúde não lhe permitiu atingir o objetivo.
O Arcebispo Ledochowski disse então: "Estou convencido que Deus quer consagrar este nobre ser humano como leigo". Disposto a fazer o que Deus queria, aceitou tais palavras como a Sua vontade.
A partir do dia 9 de maio de 1870 passou a residir na casa paroquial do seu amigo, o padre Stanislaw Gieburowski, em Gorka Duchowna, perto de Leszno. Reconfortava-o a proximidade do quadro de Nossa Senhora da Consolação, adorado na igreja local. Faleceu no dia 7 de agosto de 1871.
Em dezembro de 1957, o Arcebispo de Poznan, Antoni Baraniak, instituiu um Tribunal para realizar, na arquidiocese de Poznan, o processo informativo a respeito da santidade da vida, das virtudes e dos milagres do Servo de Deus.
Três anos depois os atos foram transmitidos a Congregação dos Ritos em Roma.
No dia 5 de setembro de 1972, um momento importante nesta trajetória, quando todo o Episcopado da Polônia com os seus 59 bispos sob a direção do Cardeal Stefan Wyszynski, Primaz da Polônia, se reuniu para uma oração conjunta junto ao túmulo de Edmundo em Lubon - Zabikowo.
Por ocasião de sua Sétima Peregrinação a Polônia, o Papa João Paulo II, a 13 de junho de 1999, elevou o servo de Deus Edmundo Bojanowski a glória de beato estabelecendo como dia de celebração de sua memória o dia de sua ascensão ao céu, isto é, o dia de sua morte, 7 de agosto.
Durante a homilia João Paulo II declarou: "O apostolado da misericórdia colmou a vida, também, do Beato Edmundo Bojanowski. Este proprietário de terras de Wielkopolska, dotado por Deus de numerosos talentos e de uma particular profundidade de vida espiritual, não obstante tivesse uma saúde frágil, realizou e inspirou com perseverança, prudência e generosidade de coração uma vasta atividade em benefício da população rural. Orientado por um discernimento repleto de sensibilidade as necessidades, deu início a numerosas obras educativas, caritativas, culturais e religiosas, de apoio material e moral a família rural. Permanecendo leigo, fundou a Congregação das Servas da Bem-Aventurada Virgem Imaculada, muito conhecida na Polônia.
A guiá-lo em cada uma das suas iniciativas era o desejo de que todos se tornassem partícipes da Redenção. Inscreveu-se na memória humana como "um homem cordialmente bom" que, por amor a Deus e aos homens, sabia unir com eficácia os vários ambientes a volta do bem. Na sua rica atividade, precedeu de muito aquilo que o Concílio Vaticano II disse acerca do tema do apostolado dos leigos. Deu um excepcional exemplo de trabalho generoso e sapiente em prol do homem, da Pátria e da Igreja.
A obra do Beato Edmundo Bojanowski foi continuada pelas Irmãs Servas.
Durante a oração do Angelus, o Papa acrescentou: "Que o exemplo de vida dos novos beatificados, especialmente de Edmundo Bojanowski (...) acenda os Vossos carismas a serviço da comunidade da Igreja".