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Fumo passivo prejudica capacidade de jovens em manter suas vias respiratórias limpas

Exposição ao cigarro danifica um importante mecanismo de defesa do organismo


m novo estudo do Centro Monell, um instituto de pesquisas científicas dos Estados Unidos, mostrou que crianças frequentemente expostas à fumaça do cigarro têm menor capacidade de manter suas vias respiratórias limpas e proteger os seus pulmões. Isso ocorre por que o contato com a fumaça de cigarro diminui o recurso da tosse como resposta a agentes agressores. Assim, as crianças também tossem menos quando são expostas a compostos químicos, poluição, poeira e outros componentes que agridem o trato respiratório, prejudicando um mecanismo de defesa que é essencial para que o organismo elimine partículas tóxicas e evite infecções mais graves, como bronquite e pneumonia. Essas conclusões foram publicadas na edição desta semana do periódico Nicotine & Tobacco Research.

“A tosse protege os nossos pulmões de fatores ambientais potencialmente prejudiciais à saúde. Ter pais que fumam enfraquece esse reflexo, que é um dos mais vitais do corpo humano”, diz Julie Menella, bióloga e uma das autoras do estudo. Ela explica que já era sabido que adultos fumantes têm menor sensibilidade a componentes que irritam as vias respiratórias do que aqueles que não fumam. Essa pesquisa buscou observar se esse efeito também ocorria entre jovens que são fumantes passivos.

Falta de sensibilidade — Para isso, os autores do trabalho selecionaram 38 jovens saudáveis de 10 a 17 anos de idade que tiveram de inalar concentrações de capsaicina, um composto químico presente nas pimentas que provoca irritação nas vias respiratórias. Eles observaram, então, que os participantes que eram frequentemente expostos ao cigarro precisaram do dobro da quantidade de capsaicina para tossir duas vezes em comparação com o restante dos jovens.

Segundo os pesquisadores, esse estudo mostra um risco à saúde provocado pelo fumo passivo que até então era desconhecido. O prejuízo a esse mecanismo de defesa, eles explicam, além de aumentar o risco de infecções respiratórias entre os mais jovens, também pode elevar as chances de eles se tornarem fumante durante a vida, já que essa ‘insensibilidade’ faz com que o contato com o cigarro seja menos desagradável.

 





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